Cerejas reduzem dores e inflamação nas articulações

Semana passada meu caçula comeu um saquinho inteiro de cerejas frescas. Levei um susto, mas fiquei muito feliz!!!Melhor que um pacote de bolachas.

                    Consumir cerejas pode ajudar a aliviar as dores e inflamações causadas pela artrite e por outras doenças das articulações. A conclusão é de um estudo recente realizado por um grupo de investigadores da Oregon Health & Science University, nos EUA, avança o portal Boas Notícias.
Embora a análise tenha incidido sobre uma pequena amostra, os resultados – apresentados na passada quarta-feira durante a Conferência da Faculdade Americana de Medicina Desportiva, em São Francisco – são animadores.
De acordo com a equipa liderada por Kerry Kuehl, que estudou um grupo de 20 mulheres com idade entre os 40 e os 70 anos afectadas pela osteoartrite inflamatória, beber sumo de cereja duas vezes por dia durante três semanas possibilita uma redução significativa dos níveis de inflamação.
“Num momento em que milhões de americanos procuram formas naturais de controlar a dor, é promissor saber que a cereja pode providenciar alívio sem os eventuais efeitos secundários encontrados normalmente nos medicamentos para a artrite”, afirmou Kuehl em comunicado.
“Surpreende-me o potencial de um alimento que é capaz de oferecer um benefício anti-inflamatório tão poderoso, em especial para adultos activos”, acrescentou o investigador, que já antes tinha conduzido um estudo acerca das potencialidades deste fruto.
Na investigação anterior, Kerry Kuehl constatou que as qualidades da cereja podem ser particularmente valiosas para atletas de longa distância depois de ter observado que aqueles que beberam sumo de cereja antes do exercício sofreram muito menos dores em consequência da actividade física do que aqueles que não o fizeram.
Este alívio oferecido pelas cerejas deve-se à antocianina, o pigmento que lhes confere a intensa tonalidade vermelha e que é responsável por um efeito antioxidante e pela redução da inflamação em níveis comparáveis aos dos analgésicos comuns.
Fonte: RCMPHARMAhttp://consulfarma.com/detalhes_noticias.php?id=135614

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